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Pautas | Burson-Marsteller | 02/01/2014 17:43:17 | 289 Acessos
Patrimônio de bilionários sobe para US$ 3,7 trilhões e Bill Gates supera magnata dos cassinos
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Na América Latina a perda de Carlos Slim e a queda de Eike Batista são destaque; Jorge Paulo Lemann é a segunda pessoa mais rica da América Latina e o dono da maior fortuna do Brasil

São Paulo, 2 de janeiro (Bloomberg) – As pessoas mais ricas do planeta ficaram ainda mais ricas em 2013 após aumentarem seu patrimônio líquido coletivo em US$ 524 bilhões, segundo o índice Bloomberg Billionaires, um ranking diário das 300 maiores fortunas individuais do mundo.


O patrimônio líquido total dos principais bilionários do mundo permaneceu em US$ 3,7 trilhões no fechamento do mercado, em 31 de dezembro, segundo o ranking. Os maiores ganhos ocorreram na indústria de tecnologia, que subiu 28 por cento ao longo do ano. Das 300 pessoas que apareceram no ranking final de 2013, apenas 70 registraram uma perda líquida no período de 12 meses.


“Os ricos continuarão ficando mais ricos em 2014”, disse John Catsimatidis, o bilionário fundador do conglomerado imobiliário e de energia Red Apple Group Inc., em entrevista por telefone, de seu escritório em Nova York. “As taxas de juros continuarão baixas, os mercados de ações continuarão subindo e a economia vai crescer menos de 2 por cento”.

Bill Gates, fundador e presidente da Microsoft Corp., com sede em Redmond, Washington, foi quem mais lucrou no ano. A fortuna do magnata de 58 anos de idade cresceu US$ 15,8 bilhões, para US$ 78,5 bilhões, segundo o índice, uma vez que as ações da Microsoft, a maior fabricante de softwares do mundo, subiram 40 por cento.

Em 16 de maio, Gates retomou do investidor mexicano Carlos Slim o título de pessoa mais rica do mundo. A fortuna de Gates também se beneficiou de uma recuperação das ações que ele mantinha, dentre as quais os papéis da Canadian National Railway Co. e da fabricante de produtos sanitizadores Ecolab Inc., que valorizaram 34 por cento e 45 por cento, respectivamente.


Four Seasons

A maior parte dos ativos de Gates está na Cascade Investment LLC, entidade por meio da qual ele possui participações em cerca de três dúzias de empresas de capital aberto e várias de capital fechado, incluindo a Four Seasons Hotels and Resorts e a Corbis Corp., uma empresa de arquivos fotográficos. Menos de um quarto da fortuna de Gates está na Microsoft. Ele doou US$ 28 bilhões para a Fundação Bill Melinda Gates.


John Pinette, porta-voz de Gates, preferiu não comentar.

Os mercados globais subiram em 2013 e tiveram o maior ganho anual desde 2009, com um avanço de 24 por cento do índice MSCI World durante o ano, fechando em 1.661,07 em 31 de dezembro. O índice Standard and Poor's 500 subiu 30 por cento e fechou em 1.848,36, seu maior ganho anual desde 1997. O Stoxx Europe 600 teve um incremento de 17 por cento e fechou em 328,26.

As empresas do S&P 500 valem US$ 3,7 trilhões a mais agora do que 12 meses atrás, depois de um ano no qual o presidente do Federal Reserve, Ben S. Bernanke, sinalizou que promoveria uma redução nos estímulos econômicos. O mercado altista, que nasceu das profundezas da crise de crédito, entrou em seu sexto ano impulsionado por taxas de juros próximas de zero e pela convicção, entre os investidores, de que finalmente possuir ações é seguro de novo.

América Latina

Sheldon Adelson, fundador da Las Vegas Sands Corp., a maior empresa de cassinos do mundo, foi o segundo maior ganhador em 2013, com um aumento de US$ 14,4 bilhões em sua riqueza líquida depois que as ações da empresa subiram 71 por cento. A receita bruta com jogos em Macau deverá crescer 17 por cento em 2013, para US$ 44,5 bilhões, em relação ao recorde de US$ 38 bilhões em 2012, segundo Karen Tang, analista do Deutsche Bank AG em Hong Kong.

Carlos Slim perdeu US$ 1,4 bilhão neste ano. Sua América Móvil SAB, a maior operadora de telefonia celular das Américas, caiu 12 por cento nos três primeiros meses do ano depois que o Congresso do México aprovou um projeto de lei para anular o domínio do bilionário sobre o mercado. A empresa encerrou o ano em alta de 2 por cento depois de um recuo em uma expansão planejada na Europa, o que tranquilizou os investidores, que estavam desconfiados quanto ao investimento de bilhões de dólares que a estratégia exigiria.

Queda de Eike Batista

Slim, um mexicano de 73 anos de idade, está US$ 51 bilhões à frente de Jorge Paulo Lemann, a segunda pessoa mais rica da América Latina e o dono da maior fortuna do Brasil. A 3G Capital de Lemann concluiu em junho, por US$ 29 bilhões, a aquisição da HJ Heinz Co., com sede em Pittsburgh, uma transação realizada em parceria com a Berkshire Hathaway Inc., de Warren Buffett. Com seus dois sócios, o bilionário brasileiro, ex-jogador profissional de tênis, gerencia três marcas americanas icônicas: Burger King, a cerveja Budweiser e o ketchup Heinz.

 

A terceira pessoa mais rica da América Latina é o colombiano Luis Carlos Sarmiento, que controla mais de um quarto da indústria financeira do país por meio de bancos de capital aberto que formam o Grupo Aval, com sede em Bogotá. Sua fortuna caiu 7,4 por cento, para US$ 16,7 bilhões, segundo o ranking da Bloomberg.


Ninguém perdeu mais de sua fortuna que Eike Batista, cujo patrimônio líquido encolheu mais de US$ 12 bilhões neste ano. A OGX Petróleo Gás Participações SA, a empresa petrolífera que o transformou no homem mais rico do Brasil, pediu proteção de falência em outubro. Batista era a oitava pessoa mais rica do mundo em março de 2012 e agora tem um patrimônio líquido negativo, segundo o ranking da Bloomberg.


Bilionários ocultos


“Sua perda de credibilidade é explicada pelo fato de ele não ter entregado os resultados que foram prometidos quando ele abriu o capital de suas empresas”, disse Elad Revi, analista de investimentos da Spinelli SA, em entrevista por telefone, em 26 de julho, de São Paulo. “Foi uma reação em cadeia: ele perdeu credibilidade em uma e depois perdeu em todas elas”.

 

Em 2013, a Bloomberg News descobriu 109 bilionários que nunca tinham aparecido em um ranking internacional de riquezas, incluindo Lynsi Torres, a mais jovem mulher bilionária dos EUA. A herdeira da rede In-N-Out Burger, de 31 anos de idade, viu sua família transformar a In-N-Out, uma simples lanchonete com drive-through fundada em 1948 em Baldwin Park, Califórnia, em um império do setor de fast-food avaliado em mais de US$ 1 bilhão, segundo dados compilados pela Bloomberg.

John “Johnny” Morris se tornou bilionário reunindo lojas de vários esportes ao ar livre e acrescentando um toque de entretenimento à mistura. Desde que fundou a Bass Pro Shops LLC, em 1972, na loja de bebidas do pai, em Springfield, Missouri, Morris expandiu a rede para pelo menos 58 superlojas, com mais 20 planejadas. A empresa fabrica uma variedade de marcas de barcos de pesca e roupas e controla uma rede de restaurantes dentro das lojas.

Lugares inóspitos

Stephen Orenstein, 50, formou sua fortuna em ambientes mais hostis. Como proprietário majoritário da Supreme Group BV, Orenstein gerenciou a entrega de alimentos e combustíveis para algumas das partes mais inóspitas do mundo, como Libéria, Mali e Sudão. Seu negócio principal é o fornecimento para os militares no Afeganistão, onde os contratados desviam de balas disparadas pelo Taliban e de explosivos plantados por insurgentes.

O fundador da Shutterstock Inc., Jonathan Oringer, conseguiu um aumento de 222 por cento nas ações de sua empresa e se tornou o primeiro bilionário a emergir da Silicon Alley, um grupo de startups de tecnologia de Nova York. Oringer, de 39 anos de idade, fundou a Shutterstock em 2003 com 30.000 de suas próprias imagens e transformou a empresa no maior mercado de fotos e vídeos do mundo. Ele tem uma fortuna líquida de US$ 1,5 bilhão.

Musk acelera

C. James “Jim” Koch popularizou a cerveja artesanal nos EUA e transformou a Boston Beer Co. na segunda maior empresa cervejeira mantida por um americano. Sua trajetória o deixou bilionário, enquanto as vendas de sua marca principal, a Samuel Adams, contribuiram para que as ações da Boston Beer recuperassem 80 por cento nos últimos 12 meses.

“O que ele fez foi incrível”, disse David Geary, presidente da D.L. Geary Brewing, uma cervejaria artesanal de Portland, Maine, em entrevista por telefone, em setembro. “Ele é muito focado, um marqueteiro brilhante e ele meio que nos ensinou como vender cerveja”.

Jonathan Gray, o homem de 43 anos de idade que administra a empresa imobiliária Blackstone Group LP, tornou-se bilionário em maio, quando as ações da empresa de private-equity com sede em Nova York subiram. As ações da Blackstone dobraram no ano passado quando a empresa vendeu ativos e devolveu dinheiro a acionistas públicos e privados. Gray tem uma fortuna avaliada em US$ 1,4 bilhão.

O patrimônio líquido de Elon Musk teve o maior ganho porcentual entre os bilionários que formaram sua própria fortuna, com um aumento de 233 por cento ao longo do ano. A Tesla Motors Inc. de Musk, a fabricante de carros elétricos que está sendo inspecionada pelos órgãos reguladores dos EUA por causa de incêndios relacionados a baterias, mais que quadruplicou de tamanho, ajudando o bilionário a aumentar sua fortuna em US$ 5,6 bilhões.

Zuckerberg sobe

O sedã Model S, o principal da Tesla, com sede em Palo Alto, Califórnia, com um preço-base de US$ 70.000, manteve sua classificação cinco estrelas para resistência ao choque, a mais alta designação dada pela Administração Nacional de Segurança do Trânsito nas Estradas, dos EUA. Em novembro, a agência iniciou um processo de inspeção do carro depois que ocorreram incêndios em Tennessee e no estado de Washington quando os motoristas colidiram com pedaços de metal.

 

Mark Zuckerberg foi quem mais ganhou dólares no setor de tecnologia, aumentando em US$ 12,4 bilhões seu patrimônio líquido depois que as ações da Facebook Inc. mais que dobraram. O CEO da maior empresa de rede social do mundo vendeu mais de US$ 2 bilhões em ações no mês passado e doou outro US$ 1 bilhão para a fundação Silicon Valley Community.

As fortunas de Larry Page e Sergey Brin, os fundadores da Google Inc., cresceram mais de US$ 10 bilhões cada, uma vez que as ações da maior empresa de buscas on-line do mundo subiram 58 por cento.

Icahn, Gross

“A Google está investindo bastante”, disse Eric Schmidt, presidente da empresa e a 118º pessoa mais rica do mundo, em entrevista. “Nós estamos contratando globalmente. Nós enxergamos um forte crescimento com a chegada da internet em todo lugar”.

Carl Icahn passou a maior parte do ano duelando com outros bilionários enquanto aumentava em US$ 7 bilhões seu patrimônio líquido. O financista de 77 anos de idade lutou contra o vendedor a descoberto Bill Ackman pela Herbalife Ltd. e tentou arrancar a Dell Inc. de seu fundador, Michael Dell, em sua tentativa fracassada de tomar a empresa privada. Ele também travou uma disputa com o perito em bônus Bill Gross via Twitter, exigindo que o bilionário se unisse a ele em um compromisso com a Giving Pledge, organização que incentiva as pessoas mais ricas do mundo a doarem a maior parte de suas riquezas para a caridade.

A fortuna de Henry Kravis cresceu US$ 740 milhões neste ano. A KKR Co., empresa de private-equity que ele fundou com o primo George Roberts, disse em dezembro que levantou US$ 1,5 bilhão para seu primeiro fundo imobiliário, com a maior parte do dinheiro destinado a investimentos na América do Norte e até um quarto na Europa Ocidental.

Investigação da SAC

“Nós pensamos que a área de energia, de uma forma global, será muito interessante para nós”, disse Kravis, em entrevista, em novembro. “E, claro, tem a incerteza na área da saúde, que cria algumas oportunidades para nós”.

A perspectiva era menos otimista para Steven A. Cohen, fundador da SAC Capital Advisors LP. Embora a empresa tenha registrado um ganho de 20 por cento em 2013, segundo uma fonte com conhecimento dos retornos a empresa de fundo hedge de US$ 14 bilhões do magnata de 57 anos de idade chegou a um acordo de US$ 1,8 bilhão, em novembro, para encerrar uma investigação criminal relacionada ao uso de informações privilegiadas.

O procurador-geral americano Preet Bharara chamou a SAC de “um verdadeiro ímã para trapaceiros de mercado” por causa de um esquema de vazamento de informações privilegiadas que remonta a 1999. A SAC entrou em acordo para pagar a multa recorde e encerrar seu negócio de assessoria para investimentos. Cohen ainda gerenciará sua fortuna pessoal, avaliada em US$ 8,7 bilhões.

Riqueza da Ásia

Li Ka-Shing continua sendo o homem mais rico da Ásia, com uma fortuna de US$ 30,2 bilhões. Ele, que tem 85 anos de idade, controla a empresa de investimentos imobiliários Cheung Kong Holdings Ltd. e o conglomerado Hutchison Whampoa Ltd. Em outubro, Li sinalizou que poderia vender participações da unidade varejista da Hutchison e da Power Assets Holdings Ltd., a segunda maior fornecedora de energia de Hong Kong, para liberar capital com o objetivo de adquirir mais ativos na Europa, onde suas empresas investiram US$ 14,5 bilhões em aquisições nos últimos três anos, segundo dados compilados pela Bloomberg.

 

Quem mais lucrou na Ásia foi o magnata Lui Che Woo, dos cassinos de Macau, que expandiu sua fortuna pessoal em US$ 14,2 bilhões. A Galaxy Entertainment Group Ltd. de Lui, que tem capital aberto em Hong Kong, tem uma das seis licenças para jogos de azar no enclave chinês. A empresa é a segunda maior em receita e controla quase 20 por cento do mercado de cassinos da cidade.

As ações da Galaxy subiram 129 por cento em 2013 depois que Lui e seu filho Francis aumentaram sua maior propriedade, a Galaxy Macau, na área de Cotai, na cidade, para capitalizar o recorde de visitas de apostadores da China.

Mais rico da China

O título de pessoa mais rica da China mudou de mãos duas vezes em 2013. O bilionário da indústria de bebidas Zong Qinghou foi eclipsado em agosto pelo proprietário do grupo Dalian Wanda e magnata do entretenimento Wang Jianlin quando documentos regulatórios mostraram que os negócios de Wang sem relação com o setor imobiliário são mais valiosos que o calculado anteriormente.

Robin Li, fundador da Baidu Inc., com sede em Pequim, destronou Wang em dezembro depois que as ações do motor de busca mais usado da China recuperaram 77 por cento em 2013. A coroa pode ser repassada novamente. Cada um dos quatro principais bilionários do país possui uma fortuna de US$ 12 bilhões.

O presidente da Fast Retailing Inc., Tadashi Yanai, o homem mais rico do Japão, encerrou o ano com uma fortuna de US$ 20,9 bilhões e um aumento de 66 por cento em 12 meses. A fortuna do presidente do SoftBank Corp., Masayoshi Son, mais que dobrou e chegou a US$ 19 bilhões. O SoftBank pagou US$ 22 bilhões para adquirir a operadora de telecomunicações Sprint Corp., em julho, superando uma oferta concorrente do bilionário Charlie Ergen, da Dish Network Corp.

Compras de Ortega

Amancio Ortega manteve seu título de pessoa mais rica da Europa. A Inditex SA, a maior empresa varejista de vestuário, cresceu 14 por cento ao longo do ano. O bilionário comprou um edifício de escritórios em West End, em Londres, por 410 milhões de libras (US$ 679 milhões), disse uma fonte com conhecimento do assunto.

 

“Os bilionários estão perguntando o que devem fazer com seu dinheiro em 2014”, disse Mark Haefele, chefe global de investimentos da unidade de gerenciamento de riquezas do UBS AG, por telefone, de Nova York. “Os bancos centrais continuarão sendo solidários, então as ações provavelmente continuarão subindo durante o ano”.

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